O setor privado foi apoiado pelas políticas supranacionais estipuladas pelo Banco Mundial seguidas fielmente pelo Governo Federal a partir de 1995 com Fernando Henrique Cardoso. Somado a isso a forte demanda gerada pela carência na oferta de vagas gerou o ambiente ideal para à proliferação do ensino privado. Entretanto a busca pelo lucro a relação oferta-demanda dentre outros princípios capitalistas que ajudaram no crescimento da iniciativa privada voltam-se contra ela na forma de concorrência e então o setor começa a demonstrar sinais de estagnação. Ademais essa expansão revela-se prejudicial à Educação Superior de qualidade tanto privada quanto pública.