A falta de apoio governamental a escassez de recursos a insustentabilidade organizacional a alta taxa de rotatividade a falta de competências e conhecimentos técnicos ao nível da gestão e acima de tudo a corrupção somam-se à longa lista de desafios que um gestor artístico enfrenta no Egito. Com o objetivo de desenvolver as suas práticas e as dos seus colegas no seu país a investigadora identifica as raízes das artes comunitárias investiga os desafios do campo e viaja para o Reino Unido em busca de inspiração para encontrar o melhor método para avaliar o desenvolvimento de projetos de arte comunitária num ambiente sociopolítico tão difícil como o contexto egípcio. O relatório recomenda uma avaliação breve e simples mas consciente e sistemática do processo interno do projeto de arte comunitária. Como ferramenta de gestão sugere-se uma estrutura e um conteúdo eficientes para um diário de avaliação. Ao alimentar este prático diário o profissional pode avaliar e desenvolver a sua prática de forma sistemática para avaliar o impacto e os resultados destes projetos na sociedade.