Nos últimos anos a utilização da microscopia na determinação de infecções por tripanossomas bovinos produziu informações importantes sobre a epidemiologia da doença. No entanto foram desenvolvidas técnicas moleculares recentes como a amplificação isotérmica mediada por laço (LAMP). A técnica LAMP visa especificamente o gene 18S rRNA do Trypanosoma congolense o gene do elemento móvel de inserção repetitiva (RIME) do grupo do subgénero Trypanozoon e o gene associado ao soro resistente humano (SRA) do Trypanosoma brucei rhodesiense. O LAMP é uma técnica altamente sensível e específica mas de fácil utilização. Este teste pode no futuro revelar-se instrumental na deteção exacta de rotina da tripanossomíase em amostras de campo em países com recursos limitados como a Zâmbia.