Nem a intervenção humanitária nem o direito ou dever de ingerência nem a intervenção humanitária a intervenção humanitária recebeu o consentimento dos Estados a que se dirige. O receio é que se possa tornar uma lacuna através da qual os seus proponentes se possam apressar a alcançar os seus objectivos ocultos. Todas estas razões levaram a comunidade internacional a adotar uma nova abordagem a fim de alcançar um consenso mais amplo sobre a questão da intervenção contra Estados soberanos. O resultado é o que é agora conhecido como a responsabilidade de proteger. Este novo conceito parece estar a acalmar os ânimos embora o problema ainda não esteja totalmente resolvido. Em todo o caso se olharmos para as primeiras experiências da prática deste novo conceito de responsabilidade de proteger. A primeira parte deste livro traça este processo de mudança e a segunda parte analisa os primeiros passos deste novo conceito.