A narrativa deste livro aborda a teoria da marginalização que engloba a privação humana reproduz a desigualdade e aumenta a marginalização num sistema de governação democrática frágil como o do Bangladesh. Desde a independência em 1971 o governo do Bangladesh tem ignorado e negado o reconhecimento das pequenas comunidades étnicas existentes como povos indígenas na Constituição Nacional apesar da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Como resultado do não reconhecimento dos povos indígenas na Constituição nacional e da sua exclusão da democracia participativa da governação e das principais intervenções de desenvolvimento as suas oportunidades de vida no país foram prejudicadas o que por sua vez resultou na expropriação de terras um baixo nível de alfabetização e exclusão sistémica do acesso aos cuidados de saúde educação e outros serviços sociais essenciais. Este livro articula claramente que o futuro dos povos indígenas não pode ser garantido até que os seus direitos de cidadania igualitária sejam alcançados.