Desde a experiência inicial de Parodi em 1990 a necessidade de ter um acesso vascular adequado para a colocação da endoprótese aórtica na reparação endovascular da aorta sempre representou uma questão importante. A busca contínua por um endoprótese com perfil menor sem comprometer o desempenho e a durabilidade do dispositivo levou à produção de dispositivos de perfil ultrabaixo que no entanto ainda representam um desafio terapêutico. Esta última geração de endopróteses de perfil ultrabaixo permite atualmente o tratamento de doenças da aorta abdominal em pacientes que antes eram excluídos devido a anatomias aórticas desafiadoras e pequenos vasos de acesso. Um desses enxertos é o sistema TriVascular Ovation (14 F). Após ter recebido a marcação CE em 17 de setembro de 2010 este endoprótese tem sido utilizado em todo o mundo em pacientes bem selecionados com pescoços relativamente desafiantes ou vasos ilíacos menores. Os autores relatam a sua experiência com o uso deste endoprótese com dicas e truques técnicos.