A gestão dos terrenos públicos urbanos foi dificultada pela falta de políticas claras de instituições fortes de transparência de participação pública e pela incapacidade de controlar adequadamente o planeamento da utilização dos terrenos. Os critérios para a propriedade de terrenos públicos não foram claramente definidos e atribuídos ao nível correto de governo. Como resultado a gestão do solo público urbano nas áreas de estudo ainda sofre de uma falta de recolha adequada escassez e inacessibilidade de dados. Além disso não houve transferência mínima de terras adquiridas para interesses privados e a expropriação não foi apenas para um fim público mas também para a satisfação dos interesses de indivíduos poderosos. O alcance e os limites do fim público são desconhecidos e o poder de expropriação atribuído ao Estado é mais amplo e gera insegurança na propriedade.