O maracujazeiro-azedo se destaca entre as fruteiras de maior importância econômica e social no semiárido brasileiro. Apesar de ser uma cultura adaptada às condições edafoclimáticas da região semiárida brasileira a ocorrência de águas salinas acaba por ser um fator limitante para a expansão do seu cultivo. Assim tecnologias que minimizem os efeitos deletérios do estresse salino sob a cultura é de extrema importância a exemplo da aplicação do peróxido de hidrogênio exógeno. Neste sentido objetivou-se com esta pesquisa avaliar a aplicação exógena do peróxido de hidrogênio como atenuante do estresse salino sob o cultivo do maracujazeiro-azedo cv. BRS Rubi do Cerrado cultivado sob diferentes condutividades elétricas da água de irrigação e aplicação de peróxido de hidrogênio exógena.Os teores de potássio e sódio na folha do maracujazeiro são maiores com a aplicação da concentração de 45 μM de peróxido de hidrogênio já sob a produção e qualidade pós-colheita a concentração de 30 μM diminui os efeitos da salinidade da água de irrigação sob o número de frutos e espessura da casca e a concentração de 45 μM promove um maior rendimento de polpa.
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