A largura de trabalho desempenha um papel crítico na obtenção de um desbridamento quimiomecânico e obturação tridimensional óptimos. Tradicionalmente ofuscada pela ênfase no comprimento de trabalho a largura de trabalho engloba as dimensões vestibulolingual e mesiodistal do espaço do canal radicular influenciando significativamente a eficácia da instrumentação a dinâmica do irrigante e o selamento apical. Através de uma síntese detalhada da literatura contemporânea estudos histológicos análises de micro-CT e protocolos clínicos baseados em evidências esta investigação destaca as complexidades anatómicas os desafios na padronização e as limitações dos actuais sistemas de instrumentação na abordagem da largura do canal. Os resultados defendem a integração da largura de trabalho na prática endodôntica de rotina e apelam à inovação contínua nas tecnologias de diagnóstico e de moldagem para melhorar os resultados do tratamento a longo prazo.