Os filmes podem ser utilizados como uma ferramenta de autoajuda para provocar a discussão e a identificação de problemas do cliente ou mesmo como uma ferramenta de diagnóstico do paciente. Ao longo da minha vida tenho ficado impressionado com o enorme potencial dos filmes mais do que qualquer outro meio de comunicação para afetar as minhas emoções e processos de pensamento. Neste artigo discuto o desenvolvimento e o âmbito da cinematerapia e descrevo heuristicamente o impacto emocional de vários filmes específicos em mim e as implicações para o uso terapêutico desses filmes.