Sem este conhecimento da atividade genética e da via de sinalização celular relevante seria impossível elucidar o mecanismo que controla o desenvolvimento. Estes avanços estão agora a influenciar a medicina dentária e a genética clínica com progressos quase diários na explicação da base de uma multiplicidade de malformações congénitas e anomalias esqueléticas e dentárias.É importante que os clínicos tentem manter-se a par destes desenvolvimentos e os ortodontistas não estão imunes