Vivemos numa era em que órgãos e partes do corpo são rotineiramente retirados de uma pessoa e colocados noutra em que atletas estrelas do desporto e modelos fazem seguros de partes de si próprios por milhões de libras e em que gâmetas e células estaminais podem ser armazenados fora do corpo para utilização posterior. Abrangendo casos jurídicos marcantes e considerando os vários dilemas éticos que surgem Thomas Barrow propõe-se responder à questão de saber se é altura de atribuir direitos de propriedade aos nossos corpos através da lei.